A Polícia Militar do Pará encerrou com êxito, na tarde de sexta-feira (9), uma ocorrência crítica que se estendia há três dias no município de Xinguara, sul do Pará.
A ação foi coordenada pelo coronel Marcus Formigosa, comandante do CPR XIII, e contou com o emprego de técnicas especializadas de gerenciamento de crise, resultando na rendição do suspeito sem nenhum policial ou civil ferido.
Segundo o coronel Marcus Formigosa, após o cumprimento rigoroso dos protocolos, as equipes avançaram de forma gradual e estratégica no interior da residência.

Durante a ação tática, foi utilizado spray de pimenta, o que forçou o suspeito, identificado como o médico Bruno Matos, a deixar o cômodo onde estava barricadado e se entregar após verbalização.
O major Teixeira, da equipe tática da PM de Marabá, destacou a complexidade da ocorrência, que envolveu múltiplas unidades da Polícia Militar de diferentes cidades.
Segundo ele, a resolução só foi possível graças à paciência, à técnica, à análise do perfil do causador da crise e ao avanço progressivo das equipes até o último cômodo da residência.
Após a rendição, os policiais realizaram varredura completa no imóvel, onde foram apreendidas uma pistola e diversas munições.
Nenhum dos agentes envolvidos sofreu ferimentos, evidenciando o alto nível de preparo e evolução da Polícia Militar no gerenciamento de ocorrências de alto risco.
O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Xinguara para os procedimentos legais.
Ainda segundo a Polícia Militar, ele possui histórico de problemas psiquiátricos, uso de entorpecentes, envolvimento em ocorrências de agressão, além de dificuldades financeiras e vício em jogos de azar online, fatores que podem ter contribuído para o agravamento do quadro.

A ocorrência reforça a eficiência da atuação integrada das forças de segurança e o compromisso da PM com a preservação de vidas.
O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência.
O espaço para a defesa dos citados em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.
(Da Redação do Fato Regional, com informações do CPR XIII).
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