TCU identifica ‘distorções’ bilionárias em dados de previdência e benefícios pagos a militares

Tribunal de Contas da União apontam que essas distorções são causadas, em grande parte, por uma defasagem das fórmulas usadas pelo governo
O relatório ainda pode mudar, com base nas informações enviadas pelo governo, antes de ser enviado ao plenário do TCU - Foto: Divulgação/TCU

Projeções feitas pelo Governo Federal, em 2020, sobre os principais regimes de previdência e benefícios pagos aos militares de todo o país, apresentaram ‘distorções’ bilionárias, segundo técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU). A conclusão consta de um documento preliminar de auditoria.

O relatório ainda pode mudar, com base nas informações enviadas pelo governo, antes de ser enviado ao plenário do TCU. Os técnicos apontam que essas distorções são causadas, em grande parte, por uma defasagem das fórmulas usadas pelo governo nas projeções.

Os cálculos usam informações de seis anos atrás porque os dados mais recentes, já disponíveis, não se encaixam no modelo disponível – e a nova metodologia ainda não está pronta.

No documento, os técnicos apontam distorções no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que abriga os trabalhadores com carteira assinada; o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores da União e as pensões e benefícios de militares.


A Secretaria de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, comunicou, por meio de nota, que a auditoria ainda está em curso, que os dados não são definitivos e que os técnicos do TCU ainda podem mudar de ideia. Além disso, a secretaria disse que há “divergências de entendimento” sobre a forma correta de fazer as projeções.

 

Com informações do G1

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