Arrecadação de impostos cresce 2,03% em 2018 no Pará

A arrecadação de impostos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), no Estado do Pará, em 2018, aumentou para R$ 12,0 bilhões, contra R$ 11,4 bilhões de 2017, revelando aumento real de 2,03%. Já na participação do Pará na composição da arrecadação regional em 2018 foi menor, pois se situou em 34,75% contra 37,07% de 2017.

Por outro lado, de acordo com a Receita Federal, houve queda real de 4,72% entre dezembro de 2018 e o mesmo mês em 2017. No ano passado, foram arrecadados R$ 1.143,6 milhões no último mês do ano, enquanto que no ano anterior, durante o mesmo período, o valor total foi de R$ 1.156,9 milhões. Na 2º Região Fiscal da Receita, que abarca também os estados do Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima e Acre, a participação do Pará foi de 32,54% também em dezembro de 2018. Em dezembro de 2017, o desempenho foi melhor; ficou em 34,55%.

A produção industrial e o volume de vendas do comércio varejista foram outros fatores que influenciaram o desempenho do recolhimento de tributos e contribuições. Em relação ao trabalho das indústrias, a expansão entre 2017 e 2018, de 8,30%, foi menor que a registrada entre 2016 e 2017: 10,70%. O volume de vendas do varejo, por sua vez, apresentou números melhores. Houve evolução média de 12,10% em novembro de 2018 e de 7,20% no acumulado de janeiro a novembro do mesmo ano em relação ao mesmo período de 2017. Evolução maior que nos mesmos períodos entre 2017 e 2016, quando se verificou que o volume de vendas registrou expansão de 11,40% em novembro de 2017 e 1,00% no acumulado de janeiro a novembro, em relação ao mesmo período de 2016.


Mais – Na 2ª Região fiscal, a arrecadação de impostos e contribuições administrados pela Secretaria da RFB alcançou a cifra de R$ 3,5 bilhões em dezembro de 2018 contra R$ 3,3 bilhões de igual período de 2017, registrando avanço real de 1,17%. A participação da 2ª RF na arrecadação Brasil foi de 2,56% no mês de dezembro de 2018, enquanto que em dezembro de 2017 ficou em 2,50%.

 

(OLIBERAL.COM)

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