Brigadistas e Bombeiros lutam para conter o fogo na Terra Indígena Alto Rio Guamá

indígenas do grupo Guardiões da Floresta e Bombeiros tentam impedir o avanço das queimadas, mas encontram dificuldades pela falta de equipamentos
Brigadistas e Bombeiros tentam combater o fogo na Terra Indígena Alto Rio Guamá (Reprodução Facebook Nossa Voz)

Três semanas após o início dos incêndios na Terra Indígena Alto Rio Guamá, o fogo continua avançando de forma acelerada e provocando a destruição de grande parte da vegetação. As áreas mais atingidas são o Gurupi e Guamá. Nos últimos dias equipes do Corpo de Bombeiros de Paragominas chegaram acampar na Aldeia Cajueiro e seguem traçando estratégias para conter as chamas.

Em solidariedade ao povo Tembé, os guardiões do Alto Turiaçu e indígenas Kaapor se uniram para prestar apoio no combate ao fogo. Segundo os indígenas, os primeiros focos de incêndio começaram no dia 1° de setembro.

Brigadistas e Bombeiros tentam combater o fogo na Terra Indígena Alto Rio GuamáO fogo vem avançando e causando prejuízos na Terra Indígena Alto Rio Guamá (Reprodução Facebook Nossa Voz)

Para Josefa Tembé, da Associação das Mulheres Indígenas do Gurupi (Amig), a falta de equipamentos adequados é um dos maiores problemas. “Mesmo com a chegada dos bombeiros ainda estamos tendo muitas dificuldades para vencer as chamas.”


Os incêndios estão cada vez mais próximos da aldeia cajueiro, uma das maiores a região, e também ameaçam a rede de energia e os açaizais de Santa Luzia, principal fonte de alimentação e de renda dos indígenas da região.

 

 

Com informações do programa Nossa Voz

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