O novo tarifaço global de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (EUA), passou a vigorar na madrugada desta terça-feira (24). Todos os produtos que são exportados para o país recebem uma taxação de 10%, diferente dos 15% que haviam sido anunciados após a Suprema Corte ter derrubado as taxas anteriores e que penalizavam, entre outros países, o Brasil. No entanto, a lista de isenções da nova polêmica da economia trumpista é extensa. A carne bovina e o cacau nacionais ficaram isentos.
As informações sobre a nova taxação, que ainda geram confusão em todo o planeta pelas mudanças frequentes, foram divulgadas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês). As demais tarifas que foram impostas em 2025, que chegavam a até 50% e afetavam cerca de 180 países, seguem suspensas pela decisão da Suprema Corte dos EUA. As taxas sobre o Brasil chegavam a 40%, mas após uma longa articulação do Governo Lula (PT), as tarifas haviam sido aliviadas.
Nesta segunda-feira (23), Trump chegou a anunciar que os países que haviam fechado acordos atualizados em relação à tarifação, algo que inclui o Brasil, não poderiam recuar ou anular as tratativas, sob ameaça da taxações superiores às inicialmente impostas. Com tantas mudanças, vários governos estão atentos. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) destacou e celebrou as isenções de itens estratégicos da pauta comercial brasileira. A lista inclui tanto commodities quanto produtos manufaturados de maior valor agregado.

(Da Redação do Fato Regional)
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