Ourilândia: Preso acusado de golpes no Auxílio Emergencial
Esta semana, a Polícia Civil de Ourilândia do Norte prendeu um homem acusado de fraude no recebimento do Auxílio Emergencial do governo federal. O suspeito utilizava os celulares das vítimas para ter acesso às parcelas do benefício. Três pessoas procuraram a Delegacia da Polícia Civil, onde relataram que Silas Flor do Nascimento, sob o pretexto de ajudá-las a receber o benefício, transferia o dinheiro das parcelas já liberadas para outra conta bancária. Segundo a polícia, ele recebeu irregularmente mais de R$ 4 mil. De acordo com o que informou o delegado Carlos César, à frente das investigações, o suspeito confessou o crime de estelionato. “Ele prometia às vítimas que faria o adiantamento do benefício e, de posse do aparelho celular das vítimas, enviava o código e o número do cartão digital para outro criminoso, o qual conseguiu transferir os valores para uma conta do banco Mercado Pago”, explicou o delegado. Ainda segundo o delegado, um inquérito policial foi aberto para apurar as circunstâncias dos fatos e identificar os demais envolvidos no esquema criminoso. (Da Redação)

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Fumaça de queimadas no Mato Grosso faz avião de Bolsonaro arremeter
Avião de Bolsonaro arremeteu devido à baixa visibilidade causada pela fumaça de incêndios. Ele fez uma visita a Sinop, nesta sexta-feira (18). (Foto: Cléber Romero / Só Notícias)

Fumaça de queimadas no Mato Grosso faz avião de Bolsonaro arremeter

Apesar do transtorno causado pelas queimadas que devastam o Pantanal e diversas outras áreas do Brasil, o presidente minimizou a gravidade dos incêndios no país e criticou "outros países".

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Após comparar servidor público a parasita, ministro Paulo Guedes é condenado a pagar R$ 50 mil
Para Paulo Guedes, servidores públicos já são beneficiados com estabilidade e aposentadorias generosas. (Foto: Reprodução / G1)

Após comparar servidor público a parasita, ministro Paulo Guedes é condenado a pagar R$ 50 mil

Ainda cabe recurso. Ação foi movida pelo Sindicato dos Policiais Federais da Bahia (Sindipol-BA). Em nota, Ministério da Economia e ministro não pediram desculpas e nem retiraram o que foi dito. Apenas usaram outras palavras.

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