Cesta básica do paraense ficou 21% mais cara em 2020, aponta Dieese

Em dezembro, a cesta básica comercializada em Belém custou R$ 500,89 com alta de 2,96% em relação ao mês de novembro
Foto: Arquivo/Agência Brasil

A alimentação dos paraenses ficou mais cara em 2020. As informações são do Dieese Pará e indicam um reajuste de 21% nos doze meses. As altas nos preços dos alimentos ocorreram na maioria dos meses do ano.

Em dezembro, a cesta básica comercializada em Belém custou R$ 500,89 com alta de 2,96% em relação ao mês de novembro. A alta de preços ocorreu em nove capitais pesquisadas. Entre os produtos que apresentaram alta estão o tomate, com reajuste de 9,18%, seguido do óleo de cozinha (soja) com alta de 6,95%; carne bovina com alta de 3,52%; feijão com alta de 3,36%; banana com alta de 2,27%; açúcar com alta de 1,71%; café com alta de 1,26% e a manteiga com alta de 0,90%. Apenas o leite apresentou recuo de 1,90%.

Segundo o órgão, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 1.502,67. A pesquisa aponta que, para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 51,82% do salário mínimo de R$1.045.


Das 17 capitais pesquisadas, São Paulo foi quem apresentou o maior valor da alimentação básica com o custo de R$ 631,46, seguida do Rio de Janeiro com o custo de R$ 621,09 e Porto Alegre com o custo de R$ 615,66. Também no mês de dezembro os menores valores da cesta foram observados em Aracaju, com o custo de R$ 453,16, seguido de Natal, R$ 458,79 e Recife com o custo de R$ 469,39.

 

Com informações Dieese PA

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