CPMI do INSS ouvirá banqueiros Daniel Vorcaro (Master) e Luiz Félix (BMG) investigados por fraude na próxima quinta-feira (5)

Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o ex-presidente do BMG, Luiz Félix Cardamone Neto, foram convocados para depor; comissão tenta prorrogar investigações.
Daniel Vorcaro é dono do Banco Master. Foto: Divulgação/Banco Master.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS ouve na próxima quinta-feira (5) o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado pela Polícia Federal no inquérito que apura uma fraude financeira envolvendo o Banco Master. No mesmo dia, também foi convocado para prestar depoimento Luiz Félix Cardamone Neto, ex-presidente do Banco BMG.

O anúncio foi feito pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), por meio de uma rede social. Segundo ele, a comissão seguirá adotando “todas as medidas legais cabíveis para assegurar que os fatos sejam plenamente esclarecidos diante do povo brasileiro”.

Presidente da CPMI, senador Carlos Viana quer prorrogar os trabalhos da comissão. Foto: Carlos Moura/Agência Senado.

Viana informou ainda que a CPMI atua para tentar reverter um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao empresário Maurício Camisotti, preso desde setembro por suspeita de participação no esquema de descontos indevidos em aposentadorias. Com a decisão do STF, o comparecimento de Camisotti à comissão passou a ser facultativo.

Agenda da CPMI

Nesta semana, a comissão divulgou o calendário oficial de atividades. Estão previstas 11 reuniões para votações e oitivas entre 5 de fevereiro e 19 de março, sempre às segundas e quintas-feiras.

A leitura do relatório final, de autoria do deputado Alfredo Gaspar (União-AL), está marcada para o dia 23 de março, enquanto a votação do texto deve ocorrer em 26 de março, dois dias antes do encerramento do prazo regimental da CPMI.

Apesar do cronograma definido, o senador Carlos Viana trabalha para prorrogar os trabalhos da comissão. Ele informou que está coletando assinaturas para estender as investigações até que “todas as responsabilidades sejam devidamente apuradas”.

 


(Da Redação do Fato Regional, com informações da Agência Senado)

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