Em Altamira, comerciante é executado dentro da própria loja

Cláudio tinha 45 anos de idade e respondia em liberdade condicional pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas.
O IML fez os primeiros levantamentos para auxiliar na investigação da Polícia Civil/ Fotos: Divulgação

A Divisão de Homicídios de Altamira investiga a execução de Cláudio Paulino da Silva, conhecido como Cupuzinho. A vítima foi executada a tiros dentro do próprio estabelecimento comercial. Ele respondia a dois processos judiciais.

Cláudio tinha 45 anos de idade e respondia em liberdade condicional pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas. O delegado Davi Flávio, responsável pela Divisão de Homicídios de Altamira, explica que o caso está sendo investigado e não descarta qualquer hipótese. O crime aconteceu por volta de 11h de terça-feira (23) no Bairro Aparecida.

Claudio, o “Cupuzinho”, foi assassinado dentro do próprio estabelecimento

 

“Conversamos com familiares e testemunhas, buscamos o histórico da vida dele e descobrimos duas passagens criminais”, explica o delegado.

Outro crime

Esse é o segundo homicídio registrado em intervalo de 20h na cidade de Altamira. Na segunda-feira (22), a vítima Júnior Antônio de Almeida, 25 anos de idade, foi morta com tiros de pistola ponto 40. E nessa terça-feira, Cláudio também foi executado com o mesmo tipo de arma, conforme cápsulas encontradas no local. “Vamos aguardar resultado da perícia científica para determinar se as duas partes estão interligadas”.

As informações de testemunhas dão conta que Cláudio estava sozinho dentro do bar onde trabalha quando dois homens vestidos de preto chegaram em uma motocicleta modelo Bros. O da garupa desceu com arma em punho, foi ao encontro da vítima e o matou com ao menos 5 tiros. Em seguida fugiram em direção desconhecida.


Tanto a Polícia Militar quanto a Civil realizaram buscas na região e não encontraram nenhum suspeito. O crime aconteceu à Rua Abel Figueiredo, no Bairro Aparecida. O corpo dele foi removido pela equipe do IML e liberado aos familiares após exames.

 

 

 

 

Fonte: Correio de Carajás

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