Em investigação de assalto a loja de celulares de Tucumã, mulher é presa por suspeita de tráfico em Ourilândia e justiça libera

Mesmo com apreensão de uma quantidade significativa de drogas, de uma moto usada no assalto à loja de celulares e confissão da mulher, o Poder Judiciário do Pará liberou a suspeita na audiência de custódia. As investigações seguem e o inquérito ainda não foi concluído.
Segundo a polícia, a mulher confessou ser dona das drogas e que era traficante para sustentar o vício, além de dizer ser proprietária da moto que ela mesma emprestou ao membro de uma facção para o crime do qual ela tinha ciência que seria cometido (Foto: Fato Regional / Arquivo)

As investigações sobre o assalto a uma loja de celulares em Tucumã, na semana passada, continuam. Durante as diligências em busca dos responsáveis pelo crime, as equipes da Delegacia de Ourilândia do Norte prenderam uma mulher. Ela estava numa casa que, segundo a Polícia Civil do Pará, foi usada como ponto de apoio para os assaltantes. No imóvel, foram encontradas drogas e uma moto usada no roubo. No entanto, o Poder Judiciário acabou liberando a moça na audiência de custódia.

A prisão ocorreu na sexta-feira (6), como informou a Polícia Civil, por nota. No imóvel onde ocorreu a abordagem, um homem autorizou a entrada dos policiais. Lá, foram encontrados 54 papelotes de entorpecente semelhante à crack e 16 papelotes de entorpecente semelhante à cocaína em um dos quartos. Durante a revista, a mulher chegou ao endereço e no bolso dela foram encontrados mais 30 papelotes de drogas semelhantes à crack. Ela confessou a comercialização de entorpecentes para sustentar o próprio vício.

“No interrogatório, a mulher declarou ser proprietária da motocicleta branca utilizada no roubo investigado e que havia emprestado o veículo a um integrante de uma facção criminosa, ciente de que seria usado na prática de assalto. Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão em flagrante e foram apreendidos um veículo, uma motocicleta branca e todo material entorpecente. A presa foi conduzida para a delegacia”, disse a nota da Polícia Civil.

O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.


(Da Redação do Fato Regional)

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