Família de Michael Jackson rebate acusações de abuso sexual em documentário

Dez anos após sua morte, Michael Jackson continua sendo destaque em noticiários. O lançamento do documentário Leaving Neverland (“Deixando Neverland”, em português) deixou a família do Rei do Pop furiosa após as acusações de abuso sexual.

A produção traz os relatos de Wade Robson e James Safechuck, que alegam ter sido abusados ​​por Michael quando tinham apenas 7 anos e 10 anos, respectivamente. A família de Michael, então, rebateu como acusações contra o cantor em um comunicado oficial. “Os dois acusadores testemunharam sob o juramento que esses eventos nunca ocorreram. Eles não providenciaram nenhuma evidência independente e absolutamente nenhuma prova para sustentar as suas acusações, o que significa que o filme inteiro depende apenas da palavra de dois mentirosos”, diz a nota.

No julgamento, Robson testemunhou que dormiu no quarto de Michael diversas vezes, mas que o cantor nunca lhe molestou. Safechuck fez declarações semelhantes aos investigadores. No entanto, eles voltaram atrás e registraram novas acusações contra Michael em 2013, alegando que o estresse e o trauma os forçaram a encarar a verdade e a admitir que foram abusados ​​sexualmente.

Além disso, o comunicado crítica a postura do diretor Dan Reed de não entrevistar outros personagens além de Robson e Safechuck: “Ao optar por não incluir nenhuma dessas vozes independentes que pudessem desafiar a narrativa que ele estava determinado a vender, o diretor negligenciou a checagem de fatos para que pudessem elaborar uma narrativa tão grosseiramente unilateral que os espectadores nunca chegassem perto de um retrato equilibrado “.


Dividido em duas partes com duas horas cada, o documentário foi exibido no Festival Sundance na última sexta-feira, 25, e deve chegar à HBO ainda não no primeiro semestre deste ano.

 

Fonte: OLIBERAL.COM

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