Governo do Pará volta a alertar sobre sementes asiáticas suspeitas

Material está sendo recolhido e encaminhado para laboratório de análises em Goiânia, que é a referência para essa análise
As sementes suspeitas usam endereços em língua chinesa, mas a Embaixada da China já confirmou que se tratam de endereços falsos. (Foto: Secom RR)

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará) voltam a alertar produtores rurais sobre sementes, supostamente asiáticas, que estão circulando em todo o Brasil. Há casos no Estado. Os órgãos alertam: as sementes não devem ser utilizadas e nem descartadas no lixo comum. Há risco biológico incalculável.

Esse alerta, que já vinha sendo feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é para evitar qualquer tipo de contaminação através das sementes originárias da China e da Malásia. Na segunda-feira (5), representantes da Adepará, Sedap, Mapa e Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) estiveram reunidos para tratar sobre o assunto.

LEIA MAIS SOBRE O CASO DAS SEMENTES SUSPEITAS, EM FATO REGIONAL:

Agricultores devem ficar atentos a sementes suspeitas não encomendadas

A recomendação do Mapa é que quem receber essas sementes misteriosas não deve abrir os pacotes e nem plantar. Também não devem simplesmente se desfazer jogando em lixo comum. Em âmbito estadual, as sementes devem ser repassadas à Adepará. É só procurar o posto mais próximo. Esse material precisa ser estudado amplamente, para se saber, de fato, do que se trata.

“Nós conversamos com o Ministério da Agricultura e emitimos um alerta sanitário, informando o perigo sanitário dessas sementes e colocando a disposição um telefone para que as pessoas entrem em contato e encaminhem para a Adepará”, afirmou a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel. Para informar o recebimento das sementes é só entrar em contato pelo telefone 3210-1100.


Todo o material vai ser analisado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Goiânia, referência no país. Os técnicos querem descobrir de que espécies são as sementes e se elas trazem riscos de doenças ou de pragas agrícolas.

(Fonte: Agência Pará, com edição da Redação Fato Regional)

Compartilhar essa matéria

Veja também

fechar
%d blogueiros gostam disto: