Em reunião com governadores nesta terça (20), o Governo Federal anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, contra o coronavírus sars-cov-2, causador da pandemia de covid-19. A vacina é do Instituto Butantan, produzida em parceria com a empresa chinesa Sinovac. O investimento deve ser de R$ 2,6 bilhões até janeiro de 2021. A informação foi antecipada pelo jornalista José Roberto Burnier, da GloboNews.
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A CoronaVac está em fase de testes e sua eficácia ainda precisa ser comprovada antes que o uso seja liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), assim como outras vacinas em teste no país. Por enquanto, é a que está em estágio avançado de desenvolvimento (fase 3, com testes em voluntários) e apresentou as reações adversas mais leves possíveis, como um pouco de fadiga e dor no local da aplicação.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, explicou que quando a vacina for aprovada, as doses serão distribuídas por todo o Brasil, pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). É o mesmo de todas as campanhas de vacinação do país. “Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, garantiu.
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Até reunião anterior, na semana passada, com os secretários estaduais de Saúde de todo o país, o Governo Federal não havia incluído a CoronaVac no PNI. Somadas as três vacinas em desenvolvimento, a AstraZeneca, a Covax e a Butantan-Sinovac, são 186 milhões de doses. Suficiente para quase toda a população brasileira. A distribuição deve começar ainda no primeiro semestre de 2021.
(Da Redação Fato Regional, com informações do G1 e da GloboNews)