“Há uma elevada expectativa de recuperação rápida da economia do Brasil”, diz diretor da Neoconsig

A Neoconsig é detentora de uma das mais seguras estruturas de gestão desse tipo de crédito no País
De acordo com Fernando Weigert, a pandemia fez com que o aumento da tecnologia avançasse, reduzindo a burocracia

O crédito consignado, com as vantagens de contratação que possui e as taxas diferenciadas no mercado financeiro, terá papel central na recuperação da economia no cenário pós-pandemia do novo coronavírus. A avaliação é de Fernando Weigert, diretor da empresa Neoconsig, detentora de uma das mais seguras estruturas de gestão desse tipo de crédito no País. Reconhecendo que especialistas acreditam que o consignado, com juros mais baixos que as demais linhas de financiamento, terá papel de destaque nessa retomada, Fernando Weigert estima que ele deverá gerar um fluxo positivo na economia de mais de R$ 25 bilhões.

Nessa nova configuração das relações em um futuro próximo – inclusive na economia –, o diretor da Neoconsig diz que o mundo está vivendo uma nova revolução tecnológica e que no “novo normal”, como vem sendo chamado o cenário nos locais que já superaram os primeiros efeitos da pandemia, o uso da tecnologia nas tarefas do dia a dia será muito mais intenso. Weigert prevê ainda que os setores com as maiores taxas de crescimento serão o de tecnologia (pelo aumento da demanda), o de construção e o agronegócio. Veja mais na entrevista a seguir.

Em meio ao elevado grau de incerteza provocado pela pandemia de Covid-19, o PIB brasileiro sofrerá uma forte queda este ano. Alguns especialistas afirmam que a retomada da economia será sustentada pela concessão de crédito. Qual a importância do crédito consignado no cenário pós-pandemia?

Fernando Weigert – Há uma elevada expectativa de recuperação rápida da economia do Brasil, e os números apresentados nos últimos cenários são bastante positivos. O crédito consignado é uma importante ferramenta no cenário atual, pois o produto tem uma série de vantagens para contratação e as menores taxas do mercado financeiro. As facilidades do produto vão gerar um fluxo positivo na economia estimado em mais de R$ 25 bilhões.

É possível fazer previsão em relação à recuperação da economia, não só do Brasil, mas do mundo, considerando que o impacto da pandemia foi fortemente sentido em todos os países, ricos e pobres?

Fernando Weigert – Acredito que as ações dos governos mundiais – tirando as criticas e a política – buscam restabelecer de forma rápida as economias, com recursos próprios, financiamentos facilitados e renda para aqueles que perderam seus empregos. Temos a certeza que no início de 2021 estaremos a todo vapor.

Quais setores o senhor acredita que devem alavancar essa recuperação?

Fernando Weigert – Os setores com as maiores taxas de crescimento serão o tecnológico, o de construção e o agronegócio.

O isolamento social imposto pelo coronavírus acelerou o avanço tecnológico no país. Por necessidade, muitas pessoas foram obrigadas a usar aplicativos e ferramentas de comunicação para adquirir produtos, acessar serviços e até mesmo trabalhar.  No novo normal, qual deve ser o papel da tecnologia na vida das pessoas?

Fernando Weigert – Temos o novo normal e o normal. No novo normal, teremos a tecnologia à frente dos projetos, facilitando o dia a dia e gerando benefícios. No normal, teremos a tecnologia à frente dos projetos, facilitando o dia a dia e gerando benefícios. Qual a diferença? Intensidade. Hoje já temos a tecnologia muito presente em nosso dia a dia, mas nós, seres humanos, vamos tratar de formas diferentes o papel destas tecnologias em nossa vida. Eu ainda gosto muito de uma conversa e um aperto de mão. Cada um de nós terá um “papel” diferente para a tecnologia em sua vida.

O avanço na utilização de tecnologia que experimentamos durante a pandemia deve impulsionar uma nova revolução tecnologia? O que podemos esperar para o futuro?


Fernando Weigert – Com certeza! Já estamos nela. Se observarmos os pequenos detalhes, veremos que já estamos no futuro. Minha previsão: muito menos burocracia, muito mais serviço.

Fonte : Neoconsig

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