Homem é morto com facada no peito após confusão em sítio na zona rural de Ourilândia do Norte

A partir do relato de testemunhas e dos próprios envolvidos no caso, a mulher F.S.P.F. teria sido agredida por Alex e por um homem identificado como Isaque de Sousa Moura. O dono do sítio teria dado a faca à suspeita para que ela se defendesse, mas a história ainda é confusa e será investigada pela Polícia Civil
Alex Santiago, vítima de homicídio em Ourilândia do Norte. Uma das versões do fato é de que ele teria agredido a autora da facada, que se defendeu (Foto: Redes Sociais / Edição de Luã Couto, do Fato Regional)

Alex Pereira Santiago, de 25 anos, foi assassinado com uma facada no peito, em Ourilândia do Norte, no Sul do Pará. O caso ocorreu no final da tarde deste domingo (15), em um sítio que fica numa vicinal, a cerca de 53 km da sede do município. Agentes do 36º Batalhão de Polícia Militar, sob comando do major Júlio e subcomando do capitão Leymir, foram acionados e conseguiram deter 3 suspeitos. Entre eles, uma mulher, que seria a autora do golpe fatal. Uma testemunha também foi localizada.

A partir do relato de testemunhas e dos próprios envolvidos no caso, a mulher F.S.P.F., de 40 anos, teria sido agredida por Alex e por um homem identificado como Isaque de Sousa Moura, de 31 anos. O dono a propriedade, R.S., de 62 anos, supostamente, teria fornecido a faca usada pela mulher para que ela se defendesse. No entanto, é importante destacar que toda a dinâmica do fato tem versões desencontradas e confusas, que serão analisadas pela Polícia Civil. Todos são no máximo suspeitos.

Para garantir que todos os envolvidos sejam ouvidos, os policiais do 36º BPM conduziram os envolvidos para a Delegacia de Tucumã, onde deverão ser ouvidos, ao longo desta segunda-feira (16), para identificar as eventuais responsabilidades de cada um. Caso as autoridades da Polícia Civil apontem a necessidade de manter algum dos suspeitos presos, serão encaminhados ao Poder Judiciário para audiência de custódia.

O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.


(Da Redação do Fato Regional)

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