Após 3 dias desaparecido, o vigilante Welington Conceição Silva foi encontrado morto, em Santana do Araguaia, no Sul do Pará. O corpo dele estava no rio Cristalino, na área conhecida como “Bucha”, na zona rural do município. Uma mega operação foi montada para o resgate, envolvendo o Corpo de Bombeiros e as polícias Civil e Militar. Para a surpresa dos agentes de segurança pública, o rapaz estava com várias lesões e estava sem uma perna. Dois suspeitos foram detidos. As informações são de Ismael Rocha, o Arauto de Sapucaia.
Welington foi dado como desaparecido no dia 24 de fevereiro. A Polícia Militar foi acionada e iniciou as buscas. As primeiras informações eram de que a última vez que teria sido visto foi na casa de L.F.S.L., próximo ao rio Campo Alegre, em Santana do Araguaia, na região chamada de “Pau Brasil”. Os agentes encontraram o carro do rapaz, com alguns pertences dele dentro. Questionaram o dono da residência e os policiais relatam que ele aparentou muito nervosismo, dando versões contraditórias.
Foram feitas buscas na casa de L.F.S.L. e uma espingarda artesanal foi localizada. Questionado novamente, o suspeito disse que havia uma outra pessoa envolvida, J.A., conhecido como “Cabeludo”, que saberia do paradeiro do rapaz desaparecido. Supostamente, Welington teria desavenças com a pessoa apontada pelo dono do imóvel. Os policiais foram à casa do segundo suspeito, onde foi encontrada outra espingarda artesanal, material para recarga e uma moto, possivelmente usada no crime.
L.F.S.L. e “Cabeludo” foram apresentados à Delegacia de Santana do Araguaia para os procedimentos cabíveis e estão à disposição do Poder Judiciário. Com as diligências e informações dos suspeitos, foram encontrados indícios de que o corpo de Welington estaria no rio Cristalino. As buscas se estenderam até o final da tarde desta quinta-feira (26). O rapaz estava com as mesmas roupas de quando desapareceu e estava em processo de decomposição. A perna direita da vítima não foi encontrada.
O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.
(Da Redação do Fato Regional, com informações de Ismael Rocha / Arauto News)
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