Mais de 8,7 mil pessoas já morreram por covid-19 no Pará

Taxa de ocupação de leitos segue acima de 81% e preocupando as autoridades de saúde
(Foto: Marcelo Seabra / Agência Pará)

O Pará chegou a 368.310 casos positivos de covid-19, a doença letal causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. O número foi atualizado, na noite desta terça-feira (2 de março), pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). As informações oficiais são atualizadas pelo site oficial de monitoramento da Sespa. A taxa de ocupação de leitos de UTI adulta no estado é de 81,91%, já passando do estágio de alerta.

O total de óbitos registrados neste último boletim epidemiológico foi de 34, sendo 13 casos recentes e 21 subnotificados. O número de mortos chegou agora a 8.709. A taxa de letalidade é de 2,36%. Segundo o Vacinômetro da Sespa, 140.962 pessoas receberam a primeira dose de vacina e 50.044 fizeram a segunda dose.

Do total de casos de covid-19, 344.972 se recuperaram, mas isso não deve representar tranquilidade ou minimizar o potencial destrutivo da covid-19. Os recuperados podem ficar com sequelas que podem durar semanas, meses ou até serem irreversíveis. Há 716 análises pendentes de casos suspeitos. Por dia, são processadas de 50 a 200 análises.

A Sespa reforça que as prefeituras devem passar os números mais atualizados ao sistema da Secretaria, que é o órgão que vai nortear as decisões sobre a pandemia no Pará e necessita de dados atualizados. Há vários dados que não batem entre boletins municipais e o boletim estadual.

Ainda neste boletim, foram confirmados 1.697 casos, sendo 251 casos nos últimos sete dias e 1.446 em períodos anteriores, mas subnotificados por prefeituras. A média diária de novos casos, durante a semana, continua sendo de, aproximadamente, 150 casos.

Nos últimos sete dias, foram registrados 62 casos da doença na região Araguaia e 38 na região de Carajás. Em relação às subnotificações, foram 208 casos na Araguaia e 272 na Carajás.


Todos os dados por cidade, gênero e idade podem ser conferidos no site oficial de monitoramento da doença, alimentado pela Sespa.

(Victor Furtado, da Redação Fato Regional, com informações da Sespa).

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