Marinho, atacante do Santos, comentou caso do homicídio racista no Carrefour

Atleta, que já foi vítima de racismo, já havia dito que se dedicaria a combater o crime preconceituoso e excludente
(Foto: Reprodução / Instagram)

O atacante Marinho, do Santos, protestou nas redes sociais para fazer um protesto, na tarde desta sexta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra. Desabafou e criticou o caso de João Alberto Freitas, um homem negro, de 40 anos, que foi espancado até a morte por dois seguranças após uma discussão entre ele e um caixa. Um deles era um policial militar temporário. Ambos foram afastados e presos suspeitos de homicídio doloso.

“Dia da Consciência Negra. Talvez eu fico pensando que só existe no calendário, e pra postar foto dizendo que Vidas Negras importam. Na prática, sabemos é tudo ao contrário, notícia absurda que temos da morte do seu João Alberto ontem no estacionamento do Carrefour em Porto Alegre. Aí eu pergunto, vai ter punição severa, os bandidos vão ser presos? Ou vão pagar fiança e ser solto para cometer outro crime. Reflexo de uma sociedade preconceituosa para cara***! Lamentável!”, disse Marinho.


Marinho prometeu sabe bem o que é ser vítima do racismo. Em entrevista ao programa Bem Amigos, do SporTV, declarou que não iria descansar na luta contra o racismo. Ele disse se espelhar em Lewis Hamilton (Fórmula 1) e Lebron James (NBA).

(Da Redação Fato Regional)

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