Natural de Ourilândia do Norte, a Dra. Larissa Guerra, cirurgiã geral e atualmente residente em Cirurgia Plástica no Rio de Janeiro, encontrou na medicina uma maneira de atravessar fronteiras e levar cuidado a quem mais precisa.
Em 2024, Dra. Larissa embarcou para o Malawi, na África, onde participou de uma missão humanitária em parceria com a Fraternidade sem Fronteiras. Em uma região marcada pela extrema pobreza e pela dificuldade de acesso à saúde, a médica realizou mais de 60 cirurgias.

Segundo a Dra. Larissa, a experiência transformou não apenas sua maneira de exercer a profissão, mas também sua forma de enxergar a vida.
“Foi uma experiência incrível e muito marcante. A realidade que encontramos na África é difícil de explicar para quem nunca esteve lá. É uma realidade que transforma a gente e muda a forma como enxergamos a medicina e a vida”, relatou.

Dra. Larissa também participa de ações voluntárias no Brasil, mas a missão no continente africano deixou uma marca especial em sua trajetória. Cada cirurgia representou mais do que um procedimento médico: significou cuidado, esperança e uma nova oportunidade para pessoas que convivem diariamente com inúmeras dificuldades.
Em outubro, a médica retornará à África. Desta vez, o destino será Madagascar, onde permanecerá por aproximadamente 15 dias, integrando uma missão humanitária voltada à Cirurgia Plástica.
“Volto dessas missões diferente de quando fui. Levo comigo histórias, rostos, aprendizados e uma gratidão difícil de explicar. A realidade que encontro lá me marca profundamente e me lembra, mais uma vez, por que escolhi a medicina”, afirmou a Dra. Larissa.

Para a médica, mesmo uma contribuição que pareça pequena pode representar uma grande transformação na vida de quem necessita de atendimento.
“Talvez seja isso que faça meu coração querer voltar: a certeza de que, mesmo podendo fazer pouco diante de tantas necessidades, esse pouco pode significar muito para alguém”, declarou.
A trajetória da Dra. Larissa Guerra é motivo de orgulho para Ourilândia do Norte. Sua história mostra que, quando a medicina se une à solidariedade, o cuidado ultrapassa fronteiras, transforma vidas e renova a esperança de quem mais precisa.

(Da Redação do Fato Regional)
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