Pará aguarda autorização da Anvisa para vacinar contra covid-19 a partir do dia 21

Estado deve receber 320 mil inicialmente
(Foto: Twitter Helder Barbalho)

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), garante que o Estado tem um estoque de 6 milhões de agulhas e seringas, além de 2,2 mil isopores. “Esse quantitativo nos coloca em uma situação de tranquilidade para o início do processo de vacinação. Aguardamos a reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no próximo domingo. Estando tudo ok e a Anvisa validando as vacinas Fiocruz-AstraZeneca e Butantan-Sinovac, temos condições de, no próximo dia 21 de janeiro, iniciar a vacinação no Pará”, informou.

Nesta primeira fase da vacinação contra a covid-19, o Pará deverá receber 320 mil doses da vacina. Essa é uma estimativa do governador. “Esta é a sinalização inicial, partindo do princípio que serão aprovadas as vacinas do Butantan e da Fiocruz. Isso totaliza, para todo o país, 8 milhões de doses que serão distribuídas, proporcionalmente, ao tamanho da população de cada Estado. Como o Pará corresponde a 4% da população, devemos ter 320 mil vacinados de lagarada”, analisou.

“Este número total inicial deverá corresponder ao número do público-alvo. Não vamos dividir pela metade, aguardando uma segunda dose. Temos uma sinalização que ela virá em uma segunda remessa, portanto, isso nos permitirá já iniciar com uma escala maior de atendimento”, completou o governador.

Público da primeira dose

Helder Barbalho explicou que o Estado vai dimensionar o público-alvo que vai receber a primeira dose de acordo com o quantitativo de vacinas que será recebido. A prioridade será de idosos, indígenas, quilombolas e profissionais da saúde e da segurança pública.


“Estamos definindo o detalhamento do grupo prioritário. Porém adianto que, dentro do grupo de idosos, vamos fazer um filtro por faixa etária e, ao invés de iniciar com todos acima de 60 anos, devemos fazer uma análise. Vamos fazer simulação de quantos paraenses têm mais de 80, 75 e 70 anos para que isso possibilite fechar um número que seja conciliatório com a oferta de vacina”, garantiu.

(Da Redação Fato Regional, com informações da Agência Pará)

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