Pará é o segundo pior em ranking de isolamento social no Brasil

Estado ficou na 25ª posição no ranking nacional de isolamento social, com taxa de 38,08% de pessoas em casa

O isolamento social no Pará foi o segundo pior do país no último sábado, 18, segundo o ranking nacional que mede a permanência dos habitantes em casa no período da pandemia. De acordo com os dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), os paraenses colocaram o Pará na 25ª posição no ranking nacional de isolamento social, com taxa de 38,08% de pessoas em casa. Entre as capitais, Belém ficou em 21º lugar, com taxa de 39,34%. Para o secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, os índices refletem o momento típico que a região vive, em razão do veraneio.

“Sabemos que é difícil conter as pessoas mais isoladas durante o verão na nossa região, mas reforçamos sempre que a pandemia ainda faz parte da nossa realidade, e a consciência de cada um é fundamental para que possamos conter a proliferação e o contágio da Covid-19 no Estado”, disse.

As cidades com maior registro de desobediência à recomendação de ficar em casa e com baixo índice de isolamento foram Goianésia do Pará (28,5%), Bagre (28,6%) e Santarém Novo (28,6%). Já as que alcançaram melhores resultados foram Inhangapi (52,3%), Faro (55,6%) e Brejo Grande do Araguaia (57,4%).

Em Belém, incluindo os distritos, os bairros com as maiores taxas de pessoas em casa foram Maracacuera (53,6%), Val de Cans (51,9%) e Mangueirão(51,1%). Já os bairros com o menor isolamento foram Curió (13,8%), Carananduba (21,9%) e Souza (25%).

Em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém (RMB), foi registrado índice de 38%. No município, os melhores índices foram registrados nos bairros Águas Lindas (48,3%), Águas Brancas (45,8%) e Cidade Nova VIII (43,6%). As piores taxas foram do Distrito Industrial (30,7%), Curuçamba (30,8%) e Icuí-Laranjeira (31,5%). O percentual de isolamento nos 144 municípios paraenses e o monitoramento completo estão disponíveis e são atualizados diariamente no site da Segup.

 

 

Fonte: Liberal

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