Pedófilo que abusou de 60 vítimas é religioso e popular nas redes

Ele fazia isso por meio de perfis falsos onde se passava por uma adolescente chamada Ana Beatriz Melo
Foto: Reprodução

O pedófilo Syllas Sousa Silva, de 31 anos, tem um perfil comum nas redes sociais: politizado, religioso e com milhares de amigos virtuais. No entanto, o maranhense colecionou vítimas entre 11 e 14 anos, e obrigava meninos e meninas a enviar fotos e vídeos com conteúdo pornográfico, chegando a convencer crianças e adolescentes a introduzir objetos no ânus ou a se masturbar. Ele fazia isso por meio de perfis falsos onde ostentava imagens de uma adolescente chamada Ana Beatriz Melo.

Na sua conta pessoal, no entanto, o pedófilo era ativo e usava suas páginas para demonstrar fervor pela religião. De família evangélica, o criminoso publicava postagens homenageando o pai, um pastor da pequena cidade onde mora. Ele também se posicionava politicamente, com publicações exaltando o golpe militar de 1964, além de ser defensor do presidente Jair Bolsonaro.

Para ganhar a confiança dos jovens, Syllas se passava por uma adolescente. Ele usava um perfil falso no Instagram e, quando ficava mais íntimo, o pedófilo, então, fornecia um telefone para conversa via aplicativo de mensagens.

Desde o dia 20 de junho, ele está preso – foi capturado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) – e agora está isolado em uma cela no Complexo Penitenciário da Papuda. As vítimas do pedófilo chegaram a cogitar cometer suicídio com medo do vazamento das fotos e vídeos de nudez. A investigação teve início após os pais de uma adolescente de 13 anos registrarem ocorrência.

 

 

Com informações do Metrópoles

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