PF conclui que não houve mandante nem pagamento a hackers que acessaram mensagens da Lava Jato

Relatório diz que a investigação "não identificou um possível agente que tenha solicitado ou determinado aos investigados a invasão dos dispositivos eletrônicos de autoridades públicas"
Crédito: Agência Brasil

Polícia Federal (PF) concluiu que os hackers que acessaram mensagens dos integrantes da Lava Jato agiram sozinhos e não foram pagos para invadir o aplicativo de mensagens Telegram. No último dia 12 de abril, com base nas conclusões da PF, o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira pediu arquivamento do caso. A informação foi antecipada pelo site da revista “Veja” nesta quinta-feira (12).

O relatório da PF diz que a investigação “não identificou um possível agente que tenha solicitado ou determinado aos investigados a invasão dos dispositivos eletrônicos de autoridades públicas oferecendo ou fornecendo uma contrapartida financeira para a prática dos delitos investigados, tendo como objetivo embaraçar investigações criminais envolvendo organizações criminosas”.

A manifestação do Ministério Público Federal (MPF) está, agora, com o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, a quem cabe a decisão final sobre o encerramento do caso. Normalmente, a Justiça acolhe os pedidos de arquivamento da Procuradoria da República.


As conversas que indicavam proximidade entre o então juiz Sergio Moro e a equipe da Lava Jato foram usadas, por exemplo, pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para garantir que o STF (Supremo Tribunal Federal) anulasse os processos que foram conduzidos por Moro.

 

 

 

 

 

Com informações da CNN Brasil

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