PM do Tocantins intercepta homem com 250 kg de explosivos ilegais que seriam enviados a Tucumã

O carro estava lotado de explosivos e outros equipamentos que poderiam ser usados em garimpos ilegais ou mesmo roubos a bancos no estilo novo cangaço
No carro do suspeito havia muito mais do que o alegado material para instalação de internet (Foto: PMTO)

A Polícia Militar de Tocantins prendeu um homem que iria enviar 250 quilos de explosivos para Tucumã, no sul do Pará. A abordagem ocorreu na noite de sábado (15), em Palmas. Outros equipamentos foram apreendidos que poderiam ser usado em garimpos ilegais ou mesmo roubos a bancos no estilo “novo cangaço”.

Quando a PM se aproximou do suspeito, ele tentou fugir. As suspeitas aumentaram e ele foi perseguido e abordado. Ele estava com uma caixa suspeita em mãos. Questionado sobre o que tinha na caixa, ele disse se tratar de equipamentos para instalação de internet de fibra ótica, vindo de Ibipatinga (PA) num ônibus de transporte interestadual. A história passou longe de convencer os policiais.

Após o questionamento seguir, ele reconheceu que estava dirigindo um carro modelo Renault Duster de cor branca. Lá, a PM encontrou duas barras de ferro para broca; 10 itens de brocador de furar pedra; dois estopins brancos; 250 kg de emulsão explosiva. Também estavam no carro dois celulares. O próprio suspeito confirmou que enviaria o material para Tucumã.

Tudo foi levado para a central de atendimento da Polícia Civil em Taquaralto, onde o homem foi autuado por posse de explosivos. Cabe agora à Polícia Civil do Pará cooperar com a PC de Tocantins para tentar rastrear quem enviou o material e quem iria receber os produtos em Tucumã.

Quaisquer informações que possam ajudar na solução do caso podem ser encaminhadas ao Disque-Denúncia (181). Se a informação for mais urgente, o ideal é ligar para o 190. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone.

Também é possível mandar fotos, vídeos, áudios e localização para a atendente virtual Iara, pelo WhatsApp (91) 98115-9181. Não é necessário se identificar.

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(Da Redação do Fato Regional, com informações da PMTO)

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