Polícia Civil divulga lista de crianças e adolescentes desaparecidos no Pará e pede apoio da população

Jovens têm entre 11 e 17 anos e desapareceram em diferentes períodos de 2026; denúncias podem ser feitas de forma anônima
Polícia Civil pede apoio da população e divulga lista de crianças e adolescentes desaparecidos no Pará

A Polícia Civil do Pará (PCPA) intensificou as buscas por 14 crianças e adolescentes que estão desaparecidos em diferentes municípios do estado. Os casos foram registrados ao longo de 2026 e seguem sendo investigados pelas autoridades, que pedem a colaboração da população para ajudar na localização dos jovens.

A relação foi divulgada pelo Serviço de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (Silcade), vinculado à Polícia Civil. Segundo a corporação, os desaparecidos têm entre 11 e 17 anos, e as circunstâncias de cada caso não foram informadas.

Entre os adolescentes procurados estão Ana Elizabeth Lima, de 15 anos, desaparecida desde 21 de junho; Gabrielle Suene da Silva de Menezes, de 16 anos, vista pela última vez em 17 de abril; Ana Clara Silva dos Santos, de 15 anos, e Hevellyn Melina dos Santos Bronze, de 14 anos, ambas desaparecidas desde 2 de fevereiro.

Também integram a lista Marcos Vinicius da Silva Gomes, de 11 anos, desaparecido em 5 de julho; Gabriela Oliveira, de 13 anos, desaparecida em 7 de julho; Davi Fernando Silva de Oliveira, de 16 anos, desaparecido em 26 de junho; Amanda da Silva de Souza, de 17 anos; Ananda da Silva de Souza, de 16 anos; Vitória Hatachesck Ferreira, de 14 anos; Pamela Vieira dos Santos, de 14 anos; Enzo Antoni Alves dos Reis, de 17 anos; Gabriela Vieira Cardoso, de 17 anos; e Marjorie Moraes dos Santos, de 15 anos.


A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa contribuir para localizar os desaparecidos deve ser repassada imediatamente ao Silcade pelos telefones (91) 98568-2588 ou (91) 98568-5170, conforme o caso. Também é possível fazer denúncias de forma anônima por meio do Disque-Denúncia, no número 181.

De acordo com a corporação, todas as informações recebidas são tratadas com absoluto sigilo. A participação da população é considerada fundamental para auxiliar nas investigações e aumentar as chances de localização das crianças e adolescentes desaparecidos.

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