Prefeito de Água Azul do Norte pede apoio ao Estado para melhorias na região

Uma reunião realizada em Belém, capital paraense, entre o prefeito de Água Azul do Norte, sul do Pará, Renan Lopes Souto (PSC), o chefe da Casa Civil, Pasifal Pontes e o secretário de Desenvolvimento de Obras Públicas (Sedop), Ruy Cabral, tratou de questões de suma importância para a região sul do estado.

Na ocasião, foram discutidas questões como a construção de um terminal rodoviário no município de Água Azul do Norte e aquisição de uma motoniveladora. “Pedimos a liberação de recurso para investimentos em melhorias no nosso município. Estamos com algumas carências, como a falta de um terminal rodoviário, por exemplo, e, maquinários para dar andamento a obras que já estamos em andamento”, comentou o prefeito.

Além disso, durante a reunião, o prefeito Renan, solicitou que o recurso proveniente do Fundo para o Desenvolvimento Regional com Recursos da Desestatização (FRD) fosse liberado para investimentos nos municípios. “É necessário que se haja um entendimento entre as partes de que este recuso nos ajudaria e muito. Nossos municípios da região sul do Pará, precisam de melhorias, obras inacabadas por falta de recurso, obras que precisam sair do papel, pois, a necessidade do povo precisa ser atendida, sendo assim, um recurso proveniente do FRD seria muito importante neste momento para nós”, finaliza.

Na reunião também estiveram presentes a prefeita de Nova Ipixuna, Dra. Maria da Graça Medeiros Matos e, o prefeito de Itupiranga, José Milesi (MDB).

O QUE É O FRD?


O FRD foi criado com a privatização da empresa Vale para financiar o desenvolvimento socioeconômico dos 14 municípios do entorno da mineradora: Abel Figueiredo, Água Azul do Norte, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Parauapebas, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia e São João do Araguaia. Permaneceu seis anos bloqueado no Banco Nacional de Desenvolvimento Socioeconômico (BNDES) porque algumas prefeituras não prestaram contas dos recursos.

 

Da Redação Fato Regional

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