Preso por assassinato de agente da PF muda versão

No caso de Elson, também conhecido como “Amarelinho” ou “Maguim”, ele havia declarado, logo na chegada à delegacia, que foi levado para fazer parte do assalto sem saber.
Elson, pela versão de seu advogado, teria sido obrigado a participar do crime/ Foto: Divulgação

Preso na noite de domingo (10), acusado de envolvimento no assassinato do agente da Polícia Federal, Ramon Santos Costa, o indivíduo Elson Santos Albuquerque, já apresentou duas versões para sua participação no caso.

O agente foi morto dentro de um ônibus, na PA-150, na altura de Goianésia do Pará, ao tentar impedir um assalto ao ônibus no qual ele viajava. Além de Elson, foram presos primeiro Elizeu Mendes Brandão e Edson Domingos Passos Campos, este último chegou a ser baleado pelo agente federal.

No caso de Elson, também conhecido como “Amarelinho” ou “Maguim”, ele havia declarado, logo na chegada à delegacia, que foi levado para fazer parte do assalto sem saber. Disse que seu papel era apenas acender o farol da moto na pista para fazer o ônibus parar. Disse também que não estava armado e que, quando escutou os tiros, fugiu do local, sem nem saber o que tinha ocorrido.


Agora, contatado por um site de notícias de Parauapebas, o advogado Rafael Ribeiro, que defende Elson nessa fase inicial do inquérito, declarou que seu cliente foi forçado a participar do assalto.

 

 

 

Fonte: Correio de Carajás

Compartilhar essa matéria

Veja também

fechar
%d blogueiros gostam disto: