segunda-feira, 27 de maio de 2024

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TRAILER: Netflix estreia filme sobre violência e fanatismo religioso, com Robert Pattinson e Tom Holland

"O Diabo de cada dia" já tem algumas reações internacionais mistas para a atuação do astro do novo Batman e do atual rosto do Homem-Aranha, mostrando a versatilidade do elenco.
Robert Pattinson, o futuro Batman dos filmes da DC, vive um pastor sombrio e profano, em "O Diabo de cada dia". (Foto: Reprodução / YouTube / Netflix)

A Netflix estreia, nesta quarta-feira (16), “O Diabo de cada dia”. O filme é uma produção original da plataforma de streaming, que conta com um elenco considerado “de peso”. É uma história sobre violência e fanatismo religioso, que se passa em uma comunidade rural dos Estados Unidos, no final da Segunda Guerra Mundial. A direção é de Antonio Campos, estadunidense filho de um brasileiro. Ele teve a obra “Depois da escola” (Afterschool, 2008) apresentada no festival de Cannes.

A trama passeia pelo suspense e drama policial. É uma adaptação do livro “O mal nosso de cada dia” (Donald Ray Pollock), que chegou ao Brasil pela editora DarkSide Books. Na história, Arvin (Tom Holland, recente Homem-Aranha) tenta salvar a família de alguns traumas. E então conhece o pastor pouco convencional Preston (Robert Pattinson, futuro Batman dos cinemas). O religioso tem alguns segredos guardados, que são revelados no desenrolar de uma violenta cadeia de eventos.

Entre outros rostos conhecidos que se relacionarão com Arvin e Preston, há o policial corrupto Lee Bodecker (Sebastian Stan, o Soldado Invernal do MCU); o ex-combatente e pai de Arvin, Willard (Bill Skarsgard, o Pennywise, de IT); e o sinistro e cruel casal decadente Carl e Sandy, vividos por Riley Keough e Jason Clarke. As histórias se conectam pelos passados e presentes de cada personagem.

Confira o trailer:

O que diz a crítica internacional até agora

Bloody Disgusting
“É uma história dura e encharcada de sangue, cheia de clima instável e pavor implacável, com um elenco impressionante. O fato de o tempo de execução passar rapidamente e deixá-lo com vontade de mais fala muito sobre esse thriller sombrio e muitas vezes deprimente.”

Chicago Sun
“Depois que todas as peças estão no lugar e vemos o quadro geral, ficamos admirados com a capacidade do diretor e corroteirista Antonio Campos de tecer um filme memorável e contido do romance homônimo de Donald Ray Pollock.”

Entertainment Weekly
“O fato de [Antonio] Campos conseguir trabalhar cada um dos atores em menos de 2 horas e meia não é pouca coisa. Mas sua maior façanha pode ser ter sido capaz de lutar contra uma história tão madura e difícil de manejar como O Diabo de Cada Dia, seguindo uma linha complicada entre a atmosfera de arte e novela gótica do sul, e de alguma forma ainda conseguir cair no lado sombrio do fascinante.”

IndieWire
“Uma meditação violenta, mas sem alma, sobre a fé levada a extremos angustiantes, O Diabo de Cada Dia se lança em direção a um final horrível, constantemente sugerido, mas quando finalmente acaba, bem, graças a Deus acaba.”


The Hollywood Reporter
“Passado nos anos 1950 e 1960 em duas cidades rurais dos Apalaches, o filme une a fé e a violência de uma forma menos ostensiva e óbvia do que muitos de seus antecessores. Embora sua estrutura nem sempre funcione com o efeito máximo, o quadro sombrio fica mais envolvente à medida que avança e se beneficia de um elenco e tanto”

(Victor Furtado, da Redação Fato Regional, com informações do TecMundo)