VÍDEO: Dupla de moto executa jovem a tiros em Tucumã, no Sul do Pará, e mãe se desespera ao ver o filho morto

A vítima foi identificada como Carlos Eduardo Alves de Sousa, de 21 anos, e que já tinha antecedentes criminais. No local do homicídio, no setor Vila da Paz, em Tucumã, a mãe do jovem de 21 anos entrou em desespero e chorava ao ver o corpo do filho no chão e coberto de sangue.
Carlos Eduardo já tinha passagem pela polícia e essa é uma das poucas pistas para a fase inicial da investigação sobre a morte dele (Foto: Redes Socias)

Carlos Eduardo Alves de Sousa, de 21 anos, foi morto a tiros em Tucumã, no início da noite deste domingo (28). O homicídio ocorreu na rua Lateral, no setor Vila da Paz, por volta das 18h15. Testemunhas apenas conseguiram ver dois homens em uma moto, que já chegaram atirando e fugiram rapidamente. Não bastasse a paz que dá nome ao bairro ter sido outra vítima da violência, uma cena comoveu curiosos que se reuniram para ver o trabalho da polícia após o crime: a mãe do rapaz entrou em desespero ao ver o filho coberto de sangue no chão.

O assassinato de Carlos Eduardo ocorreu pouco antes das 18h15, quando o 36º Batalhão de Polícia Militar foi acionado, junto com a Polícia Civil. No local, os agentes não conseguiram informações o suficiente para rastrear os bandidos imediatamente. Ainda foram feitas diligências em busca de motociclistas em condição suspeita, mas sem êxito. A investigação agora vai buscar familiares e amigos da vítima, para tentar entender quem e por qual razão iria querer ele morto. O rapaz já tinha antecedentes criminais e já havia sido preso, o que pode dar alguma pista.

Veja o registro da cena da dor de uma mãe, que comoveu moradores do setor Vila da Paz, em Tucumã, no Instagram do Fato Regional (@fatoregional):

Quaisquer informações que possam ajudar as autoridades a localizar os assassinos de Carlos Eduardo, podem ser repassadas ao Disque-Denúncia (181). A ligação é gratuita, segura, pode ser feita de qualquer telefone e garante o sigilo absoluto do informante.

O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.


(Da Redação do Fato Regional)

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