Atualização cadastral de rebanhos começa em junho e será obrigatória no Pará

Ação busca ampliar e manter o controle sanitário animal e garantir a manutenção da qualidade e segurança dos rebanhos no território paraense, além de evitar a proliferação da febre aftosa
Produtires que não realizarem a atualização dentro do prazo terão restrições junto ao órgão (Foto: Divulgação / Ag. Pará)

Os produtores rurais paraenses deverão ficar atentos ao calendário da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), que dará início, a partir do dia 15 de junho, à campanha de atualização cadastral dos rebanhos de todas as espécies criadas no estado. A medida é obrigatória e seguirá até o dia 31 de julho, período em que os pecuaristas deverão regularizar as informações referentes ao saldo dos animais cadastrados.

A ação busca aumentar o controle sanitário animal e garantir a manutenção da qualidade e segurança dos rebanhos no território paraense. Todos os produtores com atividades pecuárias deverão atualizar seus dados junto ao órgão, seja presencialmente em uma unidade da Adepará ou, no caso daqueles que já possuem acesso ao Sistema de Gestão Agropecuária (Sigeagro), por meio da plataforma on-line.

Os produtores que ainda não possuem acesso ao sistema digital precisarão comparecer a uma unidade da agência munidos de documentos pessoais, como RG e CPF. Caso tenham mudado de endereço, também será necessário apresentar comprovante atualizado de residência.

Entre as espécies contempladas na campanha estão bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, suínos, equídeos, aves, animais aquáticos e abelhas.Segundo a Adepará, a medida é essencial para manter a vigilância sanitária no estado e contribuir para a manutenção do reconhecimento sanitário do Pará como área livre de febre aftosa.

Os produtores que não realizarem a atualização dentro do prazo terão restrições junto ao órgão, incluindo o bloqueio para emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento obrigatório para o transporte legal de animais.

A campanha vai englobar produtores rurais de praticamente todo o estado, com exceção do Arquipélago do Marajó, onde a ação ocorrerá posteriormente, entre os meses de agosto e outubro.


(Da Redação do Fato Regional)

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