Um homem foi morto a tiros dentro de um bar na Vila Amarelão, na zona rural de São Félix do Xingu, a cerca de 85 km da sede do município. O crime ocorreu na tarde de sábado (24). Numa resposta rápida dos policiais do 36º Batalhão de Polícia Militar, sob o comando do major Júlio e subcomando do capitão Leymir, o principal suspeito de ser o autor do homicídio e um suspeito de ser coautor / suporte foram capturados ainda na noite do mesmo dia, mas as motivações estão sob investigação da Polícia Civil.
Os policiais do 36º BPM estavam em rondas na Vila Belauto, quando foram acionados por volta de 17h30 sobre um caso de homicídio. Se deslocaram até o bar na Vila Amarelão e encontraram o homem morto, a princípio sem identificação revelada. Testemunhas relataram que a vítima estava no bar e foi surpreendido por um homem numa moto Honda Pop 110 branca. Ele chegou atirando e fugiu logo em seguida.

Em diligências na região, encontraram Elton Barbosa da Silva, de 36 anos, pilotando uma moto de mesmo modelo usado no crime na área do distrito de Ladeira Vermelha. Ele foi abordado e concordou em mostrar o celular, no qual constava um pix recebido pouco antes, no valor de R$ 500. Ele mesmo disse que se tratava do pagamento pelo aluguel da moto, feito por Eduardo Silva Mendonça (conhecido como “Eduardinho”).
A busca seguiu até a casa de Eduardo, em um sítio. Ele mesmo permitiu a entrada dos policiais e buscas pelo imóvel, onde foram encontradas uma espingarda calibre .20 e 78 munições de diversos calibres (.20, .28, .32, .38, .380 e .22). Havia um cartucho calibre .20 deflagrado e uma munição de calibre .38 deflagrada. Tudo estava em situação ilegal e foi apreendido. Eduardo foi preso como suspeito de ser o atirador que matou o homem e Elton como suporte / coautor do crime. Eles foram apresentados à Delegacia de São Félix do Xingu e estão à disposição da Justiça.

O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.

(Da Redação do Fato Regional)
Siga o Fato Regional no Facebook, no Instagram e no nosso canal no WhatsApp!












