domingo, 19 de maio de 2024

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Após testes, policiais penais do Pará passarão a usar câmeras corporais nos uniformes

O investimento na vigilância e segurança no sistema penal paraense chega a R$ 4,5 milhões para a aquisição de 1.989 câmeras corporais e que serão distribuídas por etapas até chegarem a todo os policiais penais das 54 prisões do Pará
Serão 1.989 câmeras para os policiais penais do Pará, numa busca por mais segurança e transparência no sistema prisional (Foto: Ascom Seap)

Os policiais penais do Pará vão começar a usar câmeras corporais nos uniformes, para atuação nos blocos carcerários e nos ambientes de visitação das 54 unidades prisionais do estado. Ao todo, serão 1.989 bodycams, um investimento de mais de R$ 4,5 milhões. A cerimonia de entrega dos primeiros 506 equipamentos será nesta quinta-feira (18), no Palácio do Governo do Estado. As demais entregas serão feitas por etapas.

Desde fevereiro deste ano, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) fazia testes e treinamento para a implementação dos equipamentos. A previsão é que as primeiras bodycams estejam em pleno funcionamento até o final deste mês de abril. Na primeira etapa, as câmeras corporais vão atender 17 unidades prisionais nos municípios de Belém, Ananindeua, Marituba, Santa Izabel, Marabá, Paragominas, Vitória do Xingu e Tucuruí, sendo utilizadas pelos policiais penais da Seap no dia a dia de cada unidade de custódia.

No final de 2023, através de uma ata da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), a Seap fez a adesão para a contratação das câmeras corporais, que têm transmissão GPS, acionamento remoto, transmissão ao vivo, duração de 12 horas de gravação ininterrupta e armazenamento das imagens por três meses, podendo ser estendido por até seis meses.

“O uso da câmera corporal vai trazer um resultado positivo para todo o sistema prisional paraense, uma retaguarda jurídica a todos os policiais penais durante suas atribuições dentro do ambiente carcerário, neutralizando quaisquer tipos de falsas denúncias que possam surgir. Elas também garantirão a inibição de qualquer tipo de excesso, fruto e abordagens inadequadas. Isso tem como consequência um resultado positivo para a segurança pública e amplia a eficácia do nosso trabalho dentro dos ambientes carcerários”, afirmou o titular da  Seap, coronel QOPM Marco Antonio Sirotheau.

(Victor Furtado, da Redação do Fato Regional, com informações da Agência Pará)


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