quarta-feira, 24 de abril de 2024

FALE COM FATO REGIONAL

Envie Notícias, Fotos e Sugestões

FALE COM FATO REGIONAL

Envie Notícias, Fotos e Sugestões

População do Norte do Brasil quer que emprego seja prioridade para o Governo Federal em 2024, aponta pesquisa da Febraban

Ainda na pesquisa Febraban / Ipespe, os brasileiros estão mais otimistas sobre ter mais poder aquisitivo em 2024. Em segundo lugar, os entrevistados apontam preocupação com a saúde pública.
A construção civil é um dos maiores geradores de emprego do Pará e do Brasil (Foto: Rodrigo Pinheiro / Agência Pará / Imagem Ilustrativa)

A geração de emprego, para moradores da região Norte do Brasil, deve ser a prioridade do Governo Federal em 2024. Esse foi um dos resultados da pesquisa Radar Febraban, da Federação Brasileira de Bancos, em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). A saúde ficou em segundo lugar no estudo que envolveu 2 mil pessoas nas cinco regiões do país.

Pela pesquisa, em média, dois a cada cinco brasileiros da região Norte (38% em dados diretos) afirmam que a geração de empregos precisa estar no topo da lista de prioridades do governo em 2024. É a primeira vez que o mercado de trabalho foi o item mais lembrado da pesquisa Radar Febraban. Para 42%, há o otimismo de queda do desemprego. Saúde foi o tema mencionado por 22% dos entrevistados.

A população da região Norte, segue a pesquisa, é a que mais acredita que terá maior poder de compra em 2024, com otimismo para 44% dos entrevistados. Outros 17% acreditam que ficarão na mesma faixa de remuneração. E 36% não estão tão confiantes e acreditam que podem ter redução do poder aquisitivo.

Os brasileiros da região Norte, pela pesquisa, ainda não ficaram satisfeitos com a inflação em 2023. Para 55% dos entrevistados, a inflação aumentou e 50% dos participantes da pesquisa acreditam que a inflação vai continuar elevada em 2024.  Os itens de consumo que mais impactaram na inflação para as famílias do Norte foram alimentos (58%), custos de saúde (36%) e combustíveis (23%).

(Da Redação do Fato Regional)


LEIA MAIS, NO FATO REGIONAL:

Siga o Fato Regional no Facebook e no Instagram!