sexta-feira, 24 de maio de 2024

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São Félix do Xingu é reinserido no Plano Regional de Desenvolvimento Sustentável do Xingu

O Conselho Gestor do PRDSX aprovou a reinserção de São Félix do Xingu no plano que garante recursos para projetos e organizações sociais. O retorno é graças à articulação do prefeito João Cleber, que celebrou a decisão e a inserção de outros municípios, como Gurupá e Portel
A bacia do rio Xingu passa por 13 municípios e 700 km são no território de São Félix do Xingu (Foto: Ernando Silva / Agência Pará / Arquivo)

São Félix do Xingu, no Sul do Pará, volta a fazer parte do Plano Regional de Desenvolvimento Sustentável do Xingu. A decisão foi aprovada na XII reunião do Conselho Gestor, nesta segunda-feira (29), incluindo também os municípios de Gurupá e Portel. Para o prefeito João Cleber (MDB), a medida reinsere o município que acompanha cerca de 700 km de extensão do rio Xingu num programa que garante recursos para projetos e organizações sociais.

O PDRSX foi criado via Decreto Presidencial nº 7340/2010 e atualizado pelo decreto nº 10.729/2021. O objetivo central é contribuir para minimizar as desigualdades regionais, por meio da implementação de ações voltadas para o desenvolvimento regional, principalmente da área que compõe a bacia do rio Xingu e foi afetado pelas obras da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.

O prefeito João Cleber destaca que a gestão Compromisso com o Trabalho é marcada por grandes obras e parcerias que têm desenvolvido São Félix do Xingu e trazido benefícios diretos para a população do município (Foto: Alerhandro Rafalski / Fato Regional)

Além das 3 cidades incluídas no PDRSX, são beneficiados os municípios de Altamira — cujo prefeito, Claudomiro Gomes da Silva, é presidente do Conselho Gestor—, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu. O prefeito João Cleber celebrou a decisão de reinserir São Félix do Xingu, que inicialmente fazia parte do plano.

“A gestão anterior perdeu o tempo de manter o município no plano e por isso São Félix do Xingu acabou saindo. O que não fazia sentido, já que somos a cidade com uma longa extensão do rio Xingu. Mas a nossa gestão trabalhou e conseguimos retornar e poderemos usufruir novamente desses recursos significativos, que giram em torno de R$ 200 milhões e que são rateados entre 50% para os municípios e 50% para as organizações sociais”, explicou o prefeito.

João Cleber ressalta que para ter acesso aos recursos, é necessário apresentar projetos. A possibilidade é essencial diante do momento de franca expansão da cidade. “Para mim é motivo de alegria fazer com que São Félix do Xingu faça parte novamente do PDRSX e tenha acesso a mais recursos para novos projetos de desenvolvimento e mais integração com as gestões de outros municípios que fazem parte da bacia do rio Xingu”, concluiu.

(Victor Furtado, da Redação do Fato Regional)


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