Venezuelano taradão é preso pelo 17º BPM após importunar e agredir profissionais no posto de saúde Bela Vista II, em Água Azul do Norte

O venezuelano Matt Mervin Marcano Farias estava 'animado' demais e disse que estava 'à procura de uma mulher'. Importunou sexualmente duas servidoras, empurrou uma paciente e tentou agarrar outra. A 'empolgação' passou quando os policiais do 17º BPM levaram ele para esfriar as duas cabeças na Delegacia de Água Azul do Norte.
O homem de nacionalidade venezualena, identificado como Matt Marcano, foi contido por servidores e usuários do posto de saúde e recebeu voz de prisão pelos policiais do 17º BPM, de Água Azul do Norte (Foto: Redes Sociais)

Um homem de nacionalidade venezuelana, identificado como Matt Mervin Marcano Farias, provocou tumulto e foi preso em Água Azul do Norte, no Sul do Pará. Ele entrou alterado e agressivo no posto de saúde Bela Vista II, na tarde desta quinta-feira (21), dizendo que estava “à procura de uma mulher”. E assim, agrediu e importunou sexualmente profissionais da unidade. Uma mulher chegou a bater a cabeça na parede após ser empurrada.

A equipe do 3º sargento Duarte, do 17º Batalhão de Polícia Militar, foi acionada por volta de 14h. Uma servidora do posto de saúde relatou o tumulto que o homem estava provocando. Rapidamente, a guarnição foi ao local e já encontrou Matt Marcano imobilizado com o esforço de servidores e pacientes. Descontrolado, tentou resistir e acabou se machucando, ficando com algumas escoriações no rosto.

Veja o momento em que o venezuelano foi contido no Posto de Saúde Bela Vista II, em Água Azul do Norte:

Enquanto esteve no local, importunou sexualmente pelo menos duas servidoras. E além de empurrar uma usuária da unidade de saúde, outra mulher disse que Matt teria corrido em direção a ela, tentando agarrá-la. Testemunhas não faltaram para que os policiais do 17º BPM, vinculado ao Comando de Policiamento Regional XIII, pudessem apresentar o venezuelano à Delegacia de Água Azul do Norte para as providências cabíveis.

O Fato Regional só trabalha com informações oficiais — repassadas por policiais e autoridades públicas ou que constem em boletins e registros oficiais de ocorrência —, respeitando o princípio da presunção de inocência. O espaço para a defesa de qualquer pessoa citada em casos policiais, se os advogados ou envolvidos acharem conveniente manifestar-se, sempre será garantido, com amplo direito ao contraditório.


(Da Redação do Fato Regional)

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