domingo, 23 de junho de 2024

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Cigarro eletrônico de maconha: Receita Federal faz apreensão incomum nos Correios em Belém

Vapes de óleos essenciais, ainda que tenham venda proibida no Brasil, já são conhecidos do público que consome esses produtos. Porém, um dispositivo pronto para substâncias pastosas e carregado de haxixe e maconha é incomum em território nacional
Além do cigarro eletrônico de maconha e haxixe, havia dispositivos para "outros sabores" (Foto: Receita Federal)

Em Belém, a Receita Federal fez uma apreensão considerada incomum no Brasil: cigarro eletrônico de maconha com substância pastosa.  A venda desses dispositivos, conhecidos como “vape”, é proibida no Brasil. Os produtos apreendidos nesta segunda-feira (14), no Centro de Tratamento dos Correios, serão periciados para saber se trata-se de um novo tipo de vape e com novas substâncias.

Os produtos foram encontrados pela equipe K9 da Alfândega de Belém, com participação de uma cadela farejadora que identificou o item ilegal. A encomenda saiu de Salvador (BA) no dia 9 de agosto. O destino seria Belém. Na declaração de conteúdo, constavam “fones de ouvido”, no valor de R$ 400.

A apreensão desta segunda-feira, em Belém, teve participação da equipe K9 de operações com cães farejadores (Foto: Receita Federal)

 

No Brasil, há registros de apreensões de dispositivos semelhantes para uso de maconha, haxixe e outras drogas ilícitas por policiais. Mas para a Receita Federal, trata-se de uma apreensão rara e que acende um alerta. As drogas foram encaminhadas para análise e investigação pela Polícia Federal, que vai rastrear a origem e destino dos produtos.

(Da Redação do Fato Regional)


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