domingo, 3 de março de 2024

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Polícia Federal vai investigar filiação indevida de Lula a partido de Bolsonaro

Investigação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, após identificar que a falsa filiação foi feita no login da advogada Ana Daniela Leite e Aguiar, do Partido Liberal (PL)
Na prática, não ocorreu invasão dos sistemas FILIA do TSE e caberá à PF elucidar por qual razão alguém faria isso (Foto: Cláudio Kbene / PR / Imagem Ilustrativa)

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a Polícia Federal investigue uma falsa filiação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação teria sido feita com o login da advogada do PL, Ana Daniela Leite e Aguiar. A filiação já foi cancelada.

O caso, como revelou O Globo, ocorreu em julho do ano passado. As razões para isso podem ter sido pensadas como uma “brincadeira” ou mesmo forma de protesto, mas para o ministro Alexandre de Moraes do TSE, isso configura falsidade ideológica. Não há como afirmar que a advogada do PL foi a responsável, já que alguém pode ter usado o login dela sem permissão. Isso cabe à PF elucidar.

“É crucial ressaltar que todo o fluxo de qualquer eventual filiação é registrado no sistema, o qual mantém informações e documentos auditáveis, estando todos os lançamentos disponíveis para averiguação das autoridades competentes. Em resposta a este possível incidente, a empresa pretende verificar e está totalmente à disposição das autoridades para contribuir com o que for necessário”, disse a Idatha, empresa que assinou o posicionamento do PL.

Por nota, o TSE disse que não houve invasão de sistema, mas sim uma filiação formal, feita com o acesso legítimo que é concedido aos partidos, que são as instituições que podem comunicar e formalizar a filiação de alguém. “Importante destacar que o [Sistema] FILIA funcionou normalmente, conforme previsão normativa, ou seja, não houve ataque ao sistema ou falha em sua programação. O que ocorreu foi o uso de credenciais válidas para o registro de uma nova filiação falsa”.

(Da Redação do Fato Regional, com informações de O Globo e Poder 360)


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