domingo, 19 de maio de 2024

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Suspeito de feminicídio no Maranhão pode estar no distrito Lindoeste, em São Félix do Xingu; recompensa chega a R$ 12 mil

A moto usada por Daniel da Costa Silva, principal suspeito de matar a ex-companheira, Patrícia Almeida, em Imperatriz, no Maranhão. As polícias dos dois estados atuam em conjunto para capturá-lo
Daniel da Costa Silva está sendo procurado no Pará e no Maranhão por suspeita de feminicídio (Foto: Reprodução / Rdees Sociais)

Daniel da Costa Silva, principal suspeito de matar Patrícia Almeida Silva, em Imperatriz (MA), pode estar em São Félix do Xingu, no sul do Pará. As informações foram divulgadas pela própria Polícia Civil do Maranhão, que está atuando em conjunto com as forças de segurança paraenses. Mais precisamente, o suposto feminicida estaria no distrito Lindoeste. A família está oferecendo uma recompensa de R$ 12 mil por informações que levem à prisão dele.

Patrícia desapareceu no dia 4 de novembro e o corpo dela foi encontrado no dia 13, com uma marca de tiro na cabeça. Imagens de câmeras de segurança mostram que ela e Daniel se encontraram e estavam juntos antes de ela ser dada como desaparecida. No carro do suspeito, foram identificadas manchas de sangue. Quem a encontrou, numa fazenda na zona rural de Imperatriz, com uma marca de tiro na cabeça, foi um homem que colhia frutas e que acionou a polícia.

Patrícia foi morta com um tiro na cabeça e foi vista com o ex-companheiro, Daniel, no dia em que foi dada como desaparecida (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

 

O delegado do caso, James dos Anjos, da Polícia Civil do Maranhão, explicou que a moto usada na fuga de Daniel foi encontrada em São Félix do Xingu e já há um mandado de prisão contra ele. O suspeito, supostamente, teria família no distrito Lindoeste. Informações colhidas pelos policiais apontam que ele pediu apoio a esses familiares para se livrar da moto e estaria escondido numa área de mata. As informações para reivindicar a recompensa devem ser seguras e repassadas ao telefone (99) 98493-0544.

Caso a pessoa não ache correto pegar recompensa e prefira acionar a polícia de fato, as informações podem ser encaminhadas ao Disque-Denúncia (181). Se a informação for mais urgente, o ideal é ligar para o 190. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone. Também é possível mandar fotos, vídeos, áudios e localização para a atendente virtual Iara, pelo WhatsApp (91) 98115-9181. Não é necessário se identificar.

(Da Redação do Fato Regional)


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