domingo, 3 de março de 2024

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Deputado Torrinho se manifesta contra proibição de pulverização aérea de defensivos agrícolas

Para o deputado estadual, a decisão do STF, sobre a constitucionalidade de uma lei do Ceará, pode gerar prejuízos incalculáveis à agricultura, como ocorreu com a produção de bananas no estado
O deputado estadual Torrinho Torres critica a decisão por reforçar que existe legislação para garantir a operação de forma segura ao meio ambiente e à saúde das pessoas, protegendo a produção (Foto: Ozéas Santos / Alepa)

O deputado estadual Torrinho Torres (Podemos) criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar constitucional uma lei do Ceará, que proíbe a pulverização aérea de defensivos agrícolas. A lei foi questionada, inicialmente, pela Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária (CNA). Os ministros foram unânimes em considerar que cada estado tem direito de legislar sobre o tema.

Para Torrinho, esse tipo de legislação acaba demonizando produtores agrícolas. Ele ressaltou que já existem leis vigentes para licenciamento e autorização de operações de pulverização de biodefensivos. Logo, bastaria seguir a legislação existente e trabalhar com responsabilidade. “Quando feito dentro das regras, não agride ao meio ambiente e nem a saúde de ninguém”, ressaltou.

A lei é a nº 16.820/19 (Lei Zé Maria Tomé), do estado do Ceará apenas. Mas na avaliação do deputado Torrinho, serve de alerta para evitar que propostas semelhantes cheguem ao Pará e possam causar prejuízos como os registrados na produção cearense de banana, que teria apresentado danos estimados em R$ 100 milhões.

“É um absurdo! Se uma decisão como essas chegar ao Pará, os prejuízos podem ser incalculáveis para quem vive do agronegócio. Um deputado estadual [Renato Roseno, do PSOL-CE] chamou a atividade de pulverização de defensivos de ‘chuva de veneno’. E não afeta apenas a agricultura. Proíbe aviões e drones de pulverizar qualquer outra coisa. Se algo assim chegar ao Pará, serei o primeiro na Alepa a formar um movimento e garantir que isso não vá para frente!”, declarou o deputado Torrinho Torres.

Por enquanto, não há nenhuma discussão neste sentido na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa). O Ceará foi o primeiro estado do Brasil a aprovar esse tipo de dispositivo.

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(Da Redação do Fato Regional)

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