sexta-feira, 12 de abril de 2024

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Família de Eder Parecido Jacinto, réu do 8 de janeiro de 2023, desmente notícias falsas sobre a morte dele em Redenção

A morte de Eder Parecido Jacinto tem sido capitalizada politicamente e usada em conteúdos de desinformação que tentam atrelar o fato ao processo do qual era réu, do caso do 8 de Janeiro de 2023 em Brasília. No entanto, a família assegura que as duas situações não estão relacionadas e ele teria sofrido um acidente enquanto trabalhava em casa, em Redenção.
Eder Parecido Jacinto teve o benefício de prisão domiciliar monitorada e estava trabalhando em casa, em Redenção, quando sofreu um acidente. A retirada da tornozeleira eletrônica foi autorizada pela central de monitoramento. (Foto: Divulgação)

Eder Parecido Jacinto, morador de Redenção, no sul do Pará, era réu no processo pelos atos ocorridos em Brasília (DF) no dia 8 de janeiro de 2023. Ele morreu no sábado, 2 de março, e o falecimento dele e dor de familiares e amigos tem sido usados de forma política para espalhar notícias falsas. Em nota divulgada por um escritório de advocacia, a família vem a público para desfazer a desinformação. O escritório enviou essa nota à Redação do Fato Regional.

Alguns veículos de imprensa distorceram a dinâmica da morte de Eder e atrelando ao processo do qual era réu (e que está sob sigilo). O homem morava em Redenção e estava em casa desde agosto de 2023, quando obteve o benefício da prisão domiciliar monitorada. Ele trabalhava em casa e sofreu um acidente.

Eder, como informa a nota da família, recebeu todo o tratamento necessário no Hospital Regional Público do Araguaia, em Redenção. Em nenhum momento, assegura o escritório de advocacia que representa os familiares, o processo judicial o impediu de receber tratamento. A retirada da tornozeleira eletrônica foi autorizada pela central de monitoramento para procedimentos médicos e exames.

Veja a nota da família na íntegra:

Após a morte de Eder, ele foi sepultado em Petrolina de Goiás (GO), onde reside a maioria dos familiares dele. “A família desautoriza quem quer que seja de propagar informações e imagens do de cujus de forma perniciosa e aproveitadora, com o intuito claro e único de auferir engajam4nto nas redes sociais á custa de disseminação de mentiras e em total desrespeito à família enlutada”, diz a nota da família.

“A causa da morte do falecido em nada tem a a ver com a sua prisão. E mais patente ainda o mesmo esteve em coma por vários dias e a família em momento algum recebeu amparo ou oferta de ajuda de quem quer que seja quando necessário foi e agora dispensa toda essa repercussão com informações falsas que só tendem a prejudicar a família e a própria imagem do de cujus”, conclui a nota.

O nome de Eder Parecido Jacinto começou a circular nas redes sociais em vídeos e conteúdos de desinformação, alguns inclusive compartilhados por jornalistas conhecidos, com informações inverídicas. Entre alguns dos conteúdos mais compartilhados está o de Alexandre Garcia, que distorce fatos, datas e locais.

(Victor Furtado, da Redação do Fato Regional)


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